Comparação da qualidade do ar sobre consumo máximo de oxigênio entre os gêneros feminino e masculino

Nicolau Teixeira Ramos, Alexandre Galvão da Silva, Debora Dias Ferraretto Moura Rocco

Abstract


Resumo - Introdução: Os moradores de grandes cidades são altamente expostos a partículas de poluentes que influenciam negativamente os sistemas corporais, primordialmente o cardiorrespiratório. O consumo máximo de oxigênio (VO2máx) corresponde à capacidade aeróbia máxima individuo, medido através respiração pulmonar o teste de esforço, demonstrando o ajuste fisiológico sistêmico. Contudo há diversos fatores que podem influenciar o VO2máx, sendo o gênero um deles. Metodologia: Foram avaliados 200 indivíduos residentes da Grande São Paulo, Grupo 1 e residentes da Baixada Santista, Grupo 2. Todos os pacientes foram submetidos ao teste cardiorrespiratório para a determinação do nível de condicionamento físico (VO2max), divididos 2 grupos seus gêneros: Grupo 1= Idade: 31±0,4 anos (50 mulheres e 50 homens), Grupo 1= Idade: 30±0,3 anos (50 mulheres e 50 homens). Foi realizado teste cardiopulmonar, um teste analisa o pico do consumo de oxigênio durante o exercício máximo. Os dados foram apresentados em média ± desvio padrão. O programa STATISTIC 9.0 foi utilizado para as análises e o teste aplicado foi de variância de um caminho para comparação dos dados respiratórios entre os grupos. Valores de p<0.05 considerados significantes estatisticamente. Resultados: Os grupos foram similares no consumo de oxigênio pico: Grupo 1= 17,5±0,04 ml/kg/min e Grupo 2, 18,3±0,08 ml/kg/min. Não observamos diferenças de VO2máx entre gênero masculino comparado ao grupo feminino. (F/ VO2 = 17,59 Ml/kg/min e M/ 21,35 ml/kg/min). Conclusão: Podemos concluir que não houveram diferenças do VO2max entre o gênero masculino quando comparado com o grupo de gênero feminino.

Palavras - chave: Poluição atmosférica, gênero, saúde e cardiorrespiratório.

Comparison of air quality on maximum oxygen consumption between females and males

 

Abstract - Introduction: Residents of large cities are highly exposed to pollutant particles that negatively influence bodily systems, primarily the cardiorespiratory. The maximum oxygen consumption (VO2max) corresponds to the individual's maximum aerobic capacity, measured by pulmonary breathing or exercise testing, demonstrating the systemic physiological adjustment. However, there are several factors that can influence VO2max, gender being one of them. Methodology: 200 individuals residing in Greater São Paulo, Group 1 and residents of Baixada Santista, Group 2 were evaluated. All patients underwent cardiorespiratory testing to determine the level of physical fitness (VO2max), divided into 2 groups by gender: Group 1= Age: 30±0.3 years (50 women and 50 men). Cardiopulmonary testing was performed, a test analyzing the peak of oxygen consumption during maximal exercise. Data were presented as mean ± standard deviation. The STATISTIC 9.0 program was used for the analyzes and the one-way variance test applied to compare respiratory data between groups. Values ​​of p<0.05 considered statistically significant. Results: The groups were similar in peak oxygen consumption: Group 1= 17.5±0.04 ml/kg/min and Group 2, 18.3±0.08 ml/kg/min. We did not observe differences in VO2max between males compared to females. (F/ VO2 = 17.59 ml/kg/min and M/ 21.35 ml/kg/min). Conclusion: We can conclude that there were no differences in VO2max between males when compared to females.

 

Keywords: Air pollution, gender, health and cardiorespiratory


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